Arquivo da categoria: Yes

Yes – Fragile (1971)

Em 1972 o Yes lançou a obra-prima, Fragile. Com nove músicas no total, das quais cinco são composições solo de cada componente, esse álbum entrou para a história do rock progressivo e também do rock em geral.

As ilustrações da capa são um petardo à parte, lembranças de uma época em que que as capas não se limitavam às fotos dos componentes fazendo expressão de mau ou de chorão: nessa época a arte existia até na capa.

As músicas são clássicos absolutos. Lembro-me da primeira vez que ouvi Roundabout. Até então, eu só ouvia músicas simples em ritmo 4/4, em que não dava nem pra se ouvir o som do baixo. Foi então que me o riff de Chris Squire me pegou de surpresa: aquilo que eu ouvi era uma linha de baixo perfeita, presente e agressiva. E depois disso, ainda sobrou fôlego para o solo insano de Rick Wakeman,tudo intercalado com o violão e guitarra de Steve Howe.

Outra música marcante é South Side of the Sky, em que, sem dúvida alguma,todos os músicas estão excelentes.Eu gostaria de destacar algum deles aqui.Mas simplesmente não consigo:a voz de Jon Anderson está perfeitamente encaixada,o Rickenbacker de Squire agora está melódico e agudo,Bill Bruford é um exemplo polifionia e viradas excelentes de bateria,Steve Howe está apavorando,sempre soltando um riff nos intervalos vocais e Rick Wakeman tem participação marcante na metade da música.

Além disso, ainda temos Heart of Sunrise,que constrasta o vocal angelical de Anderson com o peso instrumental protagonizado por todos os outros membros,com um solo de baixo incrível no início e depois só sonzeira pesada,com guitarra e teclado degladiando-se.

A música mais chatinha é Long Distance Runaround, mas, apesar disso, Bruford está excelente nela, liberando suas influências jazzísticas.

As músicas solo de cada componente são muito boas e podem ser definidas como “a individualidade sendo explorada em benefício do todo”. A que merecem mais atenção é Mood for a Day, do mestre Steve Howe, que despeja todas suas influências eruditas, nos brindando com lindas melodias ao violão. Cuidado para não se machucar tentando tocar igual!

Formação:

Jon Anderson (vocais)

Steve Howe (guitarra)

Chris Squire (baixo)

Bill Bruford (bateria)

Rick Wakeman (teclados)

Download

Túlio Dek, o plágio e Steve Howe


Todos nós conhecemos o Nx zero, certo? Alguns de nós – infelizmente – gostam dessa infame bandinha que não faz nada além de som comercial, romanticozinho e emo para as garotinhas delirarem de paixão. Apesar de a música ser chata e medíocre, é aceitável que as garotinhas gostem, afinal os caras da banda são bem produzidos pelas gravadoras, usam roupas que artistas de outras bandas internacionais usam e etc; são esteriótipos comerciais. Agora ,se homens, que se dizem machos, ouvem esse tipo de som, a situação torna-se meio complicada. Mas enfim, vou falar sobre um plágio do vocalista do Nx zero e de um tal de Túlio Dek, e não da porcaria que são seu som e seus fãs.

Primeiro, vejam esse clipe:

http://www.youtube.com/watch?v=Zj_9LX7LAZk

Se aqui tivessem as fanzinhas estéricas, elas diriam “amo esta musica !!!♥♥ amu nx zero e tulio dek!!♥♥♥♥!! nx zero no meu coração!!♥♥♥” ou também “amoooo…e kom o di do nx fikou perfect…love nx 🙂 “

Agora,vejam esse outro clipe,ao vivo,de Steve Howe,aquele mesmo do Yes.( o vídeo tá com um delay,mas não atrapalha muito)

Percebem certa semelhança na melodia?Pois é,colegas.Isso é um plágio descarado.E o pior é que tenho que aguentar os fãs dizendo que a música é ótima, que os caras são gênios e essas coisas.Gênio é Steve Howe,que desenvolveu a melodia,que criou a música.Di de Nx zero e Túlio Dek são uns merdas que só copiam.E a letra também é outro lixo,só clichês e mais clichês.

Ah! E tem mais, o Nx zero plagiou também Taking Back Sunday na canção Daqui Pra Frente, copiando trechos e o refrão de Makedamnsure.Esse é o cenário musical brasileiro! Só músicos de extrema qualidade, gabaritados e competentes!